Gabriel Diniz estreia no
São João da Capitá com seu forró 'ostentação'
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FA
Gabriel Diniz se assume como representante do forró ostentação. (Foto:
Divulgação)
Carrões,
mulheres, bebidas, viagens, dinheiro. O estilo "ostentação", que
ficou muito conhecido através do funk carioca e do sertanejo, agora ganha força
com o forró. E o cantor Gabriel Diniz se assume como um dos representantes
dessa vertente musical. O forrozeiro se apresenta pela primeira vez no São João
da Capitá, na segunda noite do festival, no dia 7 de junho, no Chevrolet Hall.
"Ostento
sim. Ostento alegria e diversão. Canto o que o público gosta. Falamos de farra,
alegria, festa, carros...", diz Gabriel, que também faz questão de
ressaltar que é consciente dos problemas sociais brasileiros e que não se
deslumbra com fama e riqueza. "Não rasgo dinheiro e compro o que preciso.
Ajudo instituições de caridade por acreditar que é um dever de quem tem um
pouco mais ajudar a quem não tem meios de viver dignamente. No palco, é
ostentação. E, fora dele, é pé no chão", avisa.
Gabriel é
natural de João Pessoa, na Paraíba. Começou a vida artística sem grandes
pretensões, por diversão, cantando em uma banda com os amigos da escola. Quando
percebeu que a brincadeira havia se tornado profissão, precisou se mudar
parcialmente para a capital pernambucana. "Eu continuo com casa lá e moro
lá [Em João Pessoa], mas me divido com o Recife porque aqui estão sediados
alguns dos meus negócios, inclusive o meu escritório. Se bem que, na verdade, a
gente mora no mundo, nos shows e nas cidades por onde nos apresentamos",
conta.
Além do
forró que hoje o tornou famoso, o cantor gosta de misturar outros estilos
musicais. "Eu particularmente sou muito eclético e curto de tudo um pouco
quando o assunto é música. Do reggae ao forró, passando pelo sertanejo e muita
coisa internacional, principalmente rock e eletrônico." GD, como é
conhecido entre os fãs, também gosta de caprichar no visual. "Quanto ao
meu figurino, que gera muitos comentários, eu visto o que gosto. Pesquiso
coisas internacionais e eu mesmo componho as roupas que eu visto", afirma.
mais
ajudar a quem não tem meios de viver dignamente. No palco, é ostentação. E,
fora dele, é pé no chão", avisa.
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