sábado, 6 de agosto de 2016

gabriel gd

Gabriel Diniz estreia no São João da Capitá com seu forró 'ostentação'
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FA

Gabriel Diniz se assume como representante do forró ostentação. (Foto: Divulgação)
Carrões, mulheres, bebidas, viagens, dinheiro. O estilo "ostentação", que ficou muito conhecido através do funk carioca e do sertanejo, agora ganha força com o forró. E o cantor Gabriel Diniz se assume como um dos representantes dessa vertente musical. O forrozeiro se apresenta pela primeira vez no São João da Capitá, na segunda noite do festival, no dia 7 de junho, no Chevrolet Hall.
"Ostento sim. Ostento alegria e diversão. Canto o que o público gosta. Falamos de farra, alegria, festa, carros...", diz Gabriel, que também faz questão de ressaltar que é consciente dos problemas sociais brasileiros e que não se deslumbra com fama e riqueza. "Não rasgo dinheiro e compro o que preciso. Ajudo instituições de caridade por acreditar que é um dever de quem tem um pouco mais ajudar a quem não tem meios de viver dignamente. No palco, é ostentação. E, fora dele, é pé no chão", avisa.
Gabriel é natural de João Pessoa, na Paraíba. Começou a vida artística sem grandes pretensões, por diversão, cantando em uma banda com os amigos da escola. Quando percebeu que a brincadeira havia se tornado profissão, precisou se mudar parcialmente para a capital pernambucana. "Eu continuo com casa lá e moro lá [Em João Pessoa], mas me divido com o Recife porque aqui estão sediados alguns dos meus negócios, inclusive o meu escritório. Se bem que, na verdade, a gente mora no mundo, nos shows e nas cidades por onde nos apresentamos", conta.
Além do forró que hoje o tornou famoso, o cantor gosta de misturar outros estilos musicais. "Eu particularmente sou muito eclético e curto de tudo um pouco quando o assunto é música. Do reggae ao forró, passando pelo sertanejo e muita coisa internacional, principalmente rock e eletrônico." GD, como é conhecido entre os fãs, também gosta de caprichar no visual. "Quanto ao meu figurino, que gera muitos comentários, eu visto o que gosto. Pesquiso coisas internacionais e eu mesmo componho as roupas que eu visto", afirma.

mais ajudar a quem não tem meios de viver dignamente. No palco, é ostentação. E, fora dele, é pé no chão", avisa.
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